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    <title>ALEM</title>
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    <description>Associação Lésbica de Minas</description>
    <lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 06:49:13 -0000</lastBuildDate>
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      <title>ALEM</title>
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      <title>NOTA DE REPÚDIO</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=168</link>
      <description> ALEM  Associação Lésbica de Minas  pela sua luta contra a discriminação às lésbicas e mulheres bissexuais vem repudiar a postura lesbofóbica ocorrida por parte da gerência do Café Benzadeus no dia 29/11/11.&lt;br /&gt;As namoradas Cyrana Veloso e Stéfany Sidô foram surpreendidas com o um bilhete que claramente constrangia a manifestação de afeto do casal. Nele se alertava:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AQUI NOS RESPEITAMOS AS DIFERENÇAS MAS POR FAVOR NÃO SE EXCEDAM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que há de diferente nessa forma de amor? Não é legítima como qualquer outra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao oferecer um atendimento diferenciado, o estabelecimento fere gravemente o princípio da isonomia, tratando de forma distinta o casal homoafetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repudiamos qualquer tratamento desigual em virtude da orientação sexual ou identidade de gênero. Aplaudimos a atitude de coragem de Cyrana e Stéfany por trazerem a público o desrespeito do Café Benzadeus aquel@s que querem viver livremente sua sexualidade e por mobilizarem pessoas que sentem a mesma revolta.&lt;br /&gt;A ALEM demonstra total apoio a esta atitude e se orgulha por promoverem a visibilidade lésbica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associação Lésbica de Minas&lt;br /&gt;07 de dezembro de 2011&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 07 Dec 2011 20:39:27 -0000</pubDate>
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      <title>Carta de Belo Horizonte </title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=167</link>
      <description>Carta de Belo Horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV Congresso da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais - ABGLT&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belo Horizonte  Minas Gerais, 31 de outubro a 04 de novembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão da ABGLT é promover a cidadania e defender os direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidade de gênero &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.         De 31 de outubro a 04 de novembro de 2011 realizamos na cidade de Belo Horizonte o IV Congresso da ABGLT. Este congresso se destaca por ser um divisor de águas na história da nossa entidade com a presença expressiva do gênero feminino e de jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.         O Brasil chegou ao século 21 com uma gama de desafios para se constituir numa sociedade justa e igualitária. Tivemos algumas conquistas e nos últimos 8 anos uma parcela considerável de nossa população conseguiu superar a condição de miséria absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.         Contudo, é sabido que a desigualdade social é um grande instrumento das classes dominantes que ainda detêm em seu poder a maior parte das riquezas de nosso país. As parcelas da população que mais dependem das políticas públicas, em áreas como educação, saúde, cultura e assistência social enfrentam uma dura realidade de insuficiência e má qualidade destes serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.         Mesmo com algumas iniciativas de legislação e de políticas governamentais, o povo brasileiro ainda sofre cotidianamente com a violência contra a mulher, o racismo, a homofobia, o desrespeito aos direitos de crianças e adolescentes, jovens, idosos, pessoas com deficiência, pessoas vivendo com HIV/aids, migrantes, população em situação de rua, bem como todos os segmentos marginalizados e discriminados em nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.         O IV Congresso da ABGLT acredita que somente será possível a conquista de um Brasil efetivamente democrático e que garanta a todas e todos as condições para seu desenvolvimento, se trabalharmos juntas e juntos no enfrentamento a todas estas opressões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.         Muito mais do que políticas de caráter compensatório, acreditamos ser necessário enfrentar com coragem e ousadia a questão de uma transformação radical de nossa sociedade, a partir da qual os destinos e as vidas das pessoas não sejam determinados pelos desejos do capital e do mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.         Esta nova sociedade somente será de fato justa e igualitária se for construída em bases democráticas, respeitando-se a pluralidade e a diversidade humana. A grandeza destes desafios impõe a mais ampla unidade de todos os movimentos que lutam pela igualdade de direitos e contra as opressões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.         No plano internacional, os mais de 60 anos da promulgação da Declaração Universal de Direitos Humanos não foram capazes de impedir que a barbárie continue oprimindo a maioria da população do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.         Por um lado, ainda enfrentamos estados totalitários e/ou teocráticos que impõem uma condição de tortura cotidiana a mulheres e à população LGBT, com absurdos como as mutilações genitais e as penas de prisão e morte para homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.      Mesmo em países que se proclamam democráticos ainda é possível ver práticas de desumanidade como a pena de morte e a conivência com a tortura. Estes mesmos países se julgam no direito de impor, pela força das armas, suas ideias e seus interesses a outros países, numa atitude hipócrita de falar em defesa da democracia quando efetivamente querem defender seus próprios interesses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.       A crescente mobilização de milhões de pessoas por todo o planeta, rejeitando estas políticas e exigindo o respeito aos seus direitos nos anima. E nesse contexto é preciso repensar que as organizações sociais também devem tomar para si o papel de protagonizar as lutas políticas e sociais por seus direitos. Precisamos superar a limitação de que estas organizações devem ser prestadoras de serviços ao Estado e aos Governos, garantindo o seu papel de controle social e impulsionadoras das lutas que transformarão a democracia e a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.      Nesse contexto, vivemos um novo momento histórico dessas lutas sociais e políticas no Brasil. Cada vez mais se acirra a disputa do Estado e de projetos de sociedade, que trazem consigo um conjunto de formas, valores e princípios que devem reger a nossa democracia e organizar as nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.      Sabemos que hoje no nosso país temos um Governo de composição, influenciado a partir de uma frente ampla de alianças e grupos, que têm diversas opiniões e origens políticas sobre pautas e lutas travadas há muitos anos por movimentos e organizações sociais e populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.      É nesse cenário que estão inseridas as diversas lutas de mulheres, negras e negros, jovens, estudantes, trabalhadoras e trabalhadores, pessoas com deficiência, pessoas idosas, pessoas vivendo com HIV/aids e a luta pela livre orientação sexual e identidade de gênero, buscando o fim da violência homofóbica e a promoção da cidadania LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.      Nos organizamos para conquistar e ampliar direitos, políticas públicas e uma transformação social real dos padrões que historicamente nos oprimiram e estigmatizaram como cidadãs e cidadãos de segunda categoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16.      Vemos hoje o fundamentalismo religioso produzir um real e perigoso enfrentamento político, ideológico e conservador contra os direitos fundamentais das pessoas LGBT. Temos isto nítido na decisão sobre a suspensão de todo o material educativo Escola Sem Homofobia, nos recuos que tivemos para aprovação do Estatuto da Juventude e nas dificuldades que há anos vemos apresentadas no Congresso Nacional para a aprovação de marcos legais que reconheçam a nossa cidadania e punam crimes de ódio homofóbico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.      Hoje para a ABGLT é central a defesa do Estado Laico e o enfrentamento a setores que utilizam da religiosidade para promover um discurso e referendar uma prática do ódio, da aversão e da violência contra outros segmentos da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18.      Ao mesmo tempo é fundamental empoderar os discursos inclusivos presentes também no campo das religiosidades e que buscam, em contraponto aos fundamentalistas, valorizar e proteger a diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19.      A guerra santa iniciada na nossa sociedade demanda que nos coloquemos como uma entidade que no próximo período criará condições para unificar as/os mais prejudicadas/os com esta movimentação de fundamentalistas contra os direitos fundamentais da pessoa humana. Precisamos pautar o potencial estratégico da luta em defesa do Estado Laico para rearticular as mobilizações e forças populares da sociedade em defesa de uma democracia plural e real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20       O Congresso Nacional, apesar da existência de parlamentares aliadas/os, tem sido um espaço de negação das reivindicações legislativas da população LGBT, o que é inaceitável para uma casa legislativa que deve reconhecer os direitos de todas e todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21.      Todos somos Alexandre Ivo[1] e exigimos a partir deste IV Congresso a imediata aprovação do PLC nº 122 de 2006, com a devida tipificação do delito de homofobia, como um instrumento de luta e de ação do Estado no combate a esta forma de intolerância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22.      Não abrimos mão da aprovação de uma legislação que reconheça os direitos dos casais do mesmo sexo, inclusive ao casamento igualitário, da legalização do aborto e a efetivação da política de redução de danos no uso do álcool e outras drogas, dizendo não à internação compulsória de usuários. Esperamos que o Congresso Nacional saia de sua omissão covarde aprovando também as legislações garantidoras dos direitos de travestis e transexuais, seja ao uso do nome social, à retificação do registro civil no prenome e no sexo, e ao processo transexualizador sem a patologização médica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23.      O Governo Federal deve avançar, indo além das declarações de boas intenções,  garantindo os recursos orçamentários necessários à efetiva implantação das ações propostas no Plano Nacional LGBT e deve mobilizar sua base de apoio no Congresso Nacional para a aprovação de nossas demandas prioritárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24.      Continuaremos buscando no judiciário a consolidação das decisões que vêm cada vez mais reconhecendo nossos direitos, para que não haja nenhum tipo de retrocesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25.      O ano de 2011 tem uma importância para a conquista de políticas públicas LGBT. O Governo Federal organizará de 15 a 18 de Dezembro, em Brasília, a II Conferência Nacional LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26.      Diferente da primeira precisamos nesta conferência reafirmar a necessidade de construção de um verdadeiro pacto federativo pelo fim da violência homofóbica no Brasil. Este pacto precisa auxiliar na criação de uma rede de proteção e promoção da cidadania LGBT, bem como na implementação do tripé da cidadania LGBT  coordenação,  conselho e plano  em todos os estados e municípios. É necessário cobrar o compartilhamento de responsabilidades entre os entes federativos para a consolidação de políticas integradas que combatam a homofobia e promovam a cidadania LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27.      Neste sentido a ABGLT tem o papel e a responsabilidade de garantir uma importante intervenção nesta Conferência. Precisamos demonstrar a visibilidade e a força com que o movimento LGBT cobrará a sua cidadania junto aos Governos e à sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28.      A ABGLT completou 16 anos de fundação, contando hoje com 257 organizações afiliadas. Durante nossa construção sempre buscamos agregar atrizes e atores que pensam e se comportam de maneiras diferentes, caminhando juntas/os e lutando em prol da cidadania LGBT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29.      Porém, uma série de desafios internos está colocada para nossa entidade. Como o repensar, para o próximo período, uma estratégia na ABGLT que dê conta da necessidade de formação e qualificação que passa hoje a nossa militância de base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30.      É importante também pensarmos novas estratégias de sustentabilidade das nossas organizações, que garantam o funcionamento e a atuação de nossas organizações de forma mais autônoma ao Estado e Governos, bem como pensar e priorizar a interiorização do movimento na nossa atuação de base nos estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31.      Somente com o reconhecimento dos problemas poderemos estabelecer metas nítidas e objetivos para garantir não só o efetivo combate à homofobia, mas também à lesbofobia e à transfobia, reafirmadas como prioridades da nossa estratégia neste Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32.            A ABGLT precisa se empenhar no reconhecimento da cidadania de lésbicas, mulheres bissexuais, travestis e transexuais. Juntamente com isto precisamos ser uma rede que apoie e auxilie no processo de protagonismo da juventude, bem como se coloque de maneira permanente no enfrentamento às práticas e faces do machismo e do racismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33.      As políticas de previdência e assistência social, em especial para as travestis e transexuais profissionais do sexo e para a população idosa LGBT, precisam passar a ser pensadas pela nossa entidade e apresentadas como parte do conjunto de políticas do nosso movimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34.      Sabemos que a ABGLT é parte da rede do movimento LGBT, que é composta por diversas entidades nacionais. Temos o desafio de dialogar cada vez mais com as redes do movimento social que pactuam com a necessidade de unir esforços pelo fim da homofobia e pela cidadania LGBT.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35.      O ano de 2012 será eleitoral e a ABGLT deve acompanhar as candidaturas LGBTs, contribuindo com uma plataforma mínima que contenha os itens e os componentes do pacto federativo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36.      Diante de todos os expostos, a ABGLT, a partir de seu IV Congresso, convoca toda a sociedade brasileira a se unir contra toda a forma de opressão, coerção e violência, por um BRASIL livre, justo, democrático e laico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta carta foi aprovada na plenária final do IV Congresso da ABGLT, em Belo Horizonte, em 03 de novembro de 2011.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 16 Nov 2011 19:45:54 -0000</pubDate>
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      <title>Assembléia Extraordinária</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=166</link>
      <description>A Associação Lésbica de Minas convoca suas associadas para a Assembléia Extraordinária para eleição da nova Diretoria &lt;br /&gt;A Assembléia será dia 16/11/2011 ás 18:30  horas na Sede da Alem.&lt;br /&gt;End.: Bahia, 573 sala 703 - Centro Belo Horizonte&lt;br /&gt;Tel.:(31)3267-787</description>
      <pubDate>Mon, 14 Nov 2011 14:48:23 -0000</pubDate>
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      <title>Carta da ALEM para o Movimento LGBT e a sociedade</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=165</link>
      <description>Companheiros e companheiras,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Associação Lésbica  de Minas (ALEM) é uma entidade que foi fundada em 1997, ou seja, tem 15 anos de existência. A missão da ALEM é ser referência na luta contra o preconceito, a discriminação dirigida às lésbicas e mulheres bissexuais e combater toda forma de violência contra as mulheres. Não é método  da ALEM responder e-mails de ataques vazios à entidade, porém diante dos vários e-mails, assinado pelo pseudônimo De olho no movimento, que tem como único objetivo caluniar e difamar  a história de várias mulheres lésbicas que constroem diariamente a ALEM  e que atuam contra a lesbofobia, sexismo e o patriarcado, resolvemos dar uma resposta pública, sendo esta a única.&lt;br /&gt;Os e-mails enviados por De olho no movimento é um dos exemplos mais sórdidos e repugnantes de método de desqualificação de militantes e organizações. Prática que só serve para fortalecer os nossos inimigos e opositores, no caso,  os fundamentalistas religiosos, o setor conservador da sociedade e os homofóbicos de plantão.&lt;br /&gt;Usar a disputa de uma eleição para delegadas/os para II Conferência Nacional, diga-se de passagem, a construção da II Conferência Estadual  LGBT de MG teve a participação ativa da ALEM, é no mínimo reduzir a importância política dos movimentos no processo da ampliação dos espaços de democrático e de participação. Espaços conquistados cotidianamente para além das conferências.&lt;br /&gt;A ALÉM tem autonomia e independência para fazer as suas alianças e estabelecer parceria e também para rompê-las.  Historicamente,  estivemos ao lado dos lutadores e lutadoras e das organizações que fazem ações concretas  na garantia dos direitos LGBT e ao enfrentamento a Homofobia. Não fazemos alianças por amizades e, sim, em cima de programas políticos e estratégias coerentes para fortalecer o movimento LGBT, bem como garantir mais conquistas para nossa comunidade.&lt;br /&gt;A ALEM realizou alianças na II Conferência Estadual LGBT de MG com organizações que formaram o bloco de oposição as falhas governamentais que negam os direitos e a efetividade de políticas públicas LGBT. Sendo estes os únicos grupos que apresentaram uma tese, intitulada Para o arco-íris seguir na Luta, composto por um conjunto de propostas para comunidade LGBT, bem como uma análise crítica ao governo frente à ausência de políticas públicas. O bloco de Oposição reuniu os mais atuantes grupos e organizações LGBT do estado de Minas Gerais. Neste sentido, a ALEM saiu da conferência fortalecida não somente pelo número de delegadas eleitas, mas, por ter constituído um bloco de organização que estarão atuando diariamente no combate a homofobia, na garantia dos direitos LGBT e também no controle social dos governos municipal, estadual e federal.&lt;br /&gt;A crítica é um direito. Respeitamos as posições divergentes a nossa, mas não aceitamos o anonimato, as desqualificações e as  calúnias. Quem é sério e quer realmente um debate político, com o objetivo de construir uma sociedade mais justa e igualitária,  não se esconde atrás de e-mails e assume suas falas e as críticas. Acionaremos a justiça, pois esta postura não é de militância, mas de pessoas infiltradas entre nós para enfraquecer as mulheres organizadas e politizadas. As verdadeiras militantes estão no dia-a-dia, defendendo os direitos LGBT e edificando a luta. É importante destacar  que estes/as  desqualificados/as não vão manchar a história da ALEM e das mulheres lésbicas, pois a nossa história é pautada na disposição de luta, na transparência de nossas ações e na ética feminista. Não somos  militantes virtuais. Somos lutadoras nas ações  concretas. O nosso histórico de militância é a nossa principal defesa. Enquanto eles/as escrevem os emails, nós fazemos ações políticas! Lutamos diariamente por uma sociedade menos violenta, sexista, homofóbica, lesbofóbica, racista, enfim, mais justa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As lésbicas mineiras seguem firmes!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Associação Lésbica de Minas Gerais&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; </description>
      <pubDate>Tue, 25 Oct 2011 20:48:27 -0000</pubDate>
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      <title>ALEM na TV Assembléia -Criação da Frente Parlamentar pelos direitos LGBTs em MG</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=164</link>
      <description>A ALEM esteve presente no programa Panorama da TV Assembléia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira online:&lt;br /&gt;(&lt;a href=&quot;http://www.almg.gov.br/acompanhe/tv_assembleia/index.html?iptPalavras=&amp;selCat=89&amp;datInicio=&amp;datFim=&amp;pagina=&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.almg.gov.br/acompanhe/tv_assembleia/index.html?iptPalavras=&amp;selCat=89&amp;datInicio=&amp;datFim=&amp;pagina=&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O programa discutiu a criação da frente parlamentar pelos direitos LGBTs em Minas Gerais, comentou a decisão do STF de instituir a união estável e a II Conferência LGBT MG que aconteceu esse fim-de-semana em Belo Horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As reprises são:&lt;br /&gt;5ª as 19h e 1h da manhã &lt;br /&gt;6ª 8:30 e 19h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 19 Oct 2011 15:40:00 -0000</pubDate>
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