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    <title>ALEM</title>
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    <description>Associação Lésbica de Minas</description>
    <lastBuildDate>Sat, 04 Jul 2009 01:54:57 -0000</lastBuildDate>
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      <title>ALEM</title>
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      <title>Convite</title>
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      <description>Associação Lésbica de Minas&lt;br /&gt;Rua da Bahia 573 , Sala 703 Bairro Centro - Belo Horizonte-  Minas Gerais  &lt;a href=&quot;http://www.alem.gov.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.alem.gov.br&lt;/a&gt;  - grupoalem@terra.com.br  51 31 3267 7871 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convite às associadas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V CAMINHADA DAS LÉSBICAS E SIMPATIZANTES DE MINAS GERAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visibilidade sem Violência: Lesbofobia é Crime &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Lésbica de Minas, fundada em 1997, tem por missão lutar contra toda forma de preconceito e discriminação à mulher. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizaremos no dia 17 de julho na Secretária Municipal de Direitos e Cidadania, das 9 às 17h, o Seminário Sexualidade no Plural: O Direito à Diferença com o intuito de proporcionar um espaço de debate sobre legislação, combate à violência contra a mulher e o direito a diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, teremos a seguinte programação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9h: Credenciamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9h30: Abertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10h - 12h: &lt;br /&gt;Roda de Conversa&lt;br /&gt;Direito à Segurança: legislação, direitos LGBTs e o combate à violência.&lt;br /&gt;Participantes:&lt;br /&gt;	Drª Maria Virgilia Pascoal Rosa - Coordenadora da Secretaria Especial de Políticas Públicas para Mulheres do Estado de Minas Gerais&lt;br /&gt;	Cel. Luciene Magalhães de Albuquerque - Sub -Comandante do Estado Maior da Polícia Militar de Minas Gerais&lt;br /&gt;	Walkíria La Roche - Coordenadora do CRDH/MG  &lt;br /&gt;	Dra. Alessandra Campos - Advogada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12h  14h  almoço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14h  16h&lt;br /&gt;Roda de Conversa&lt;br /&gt;Sexualidade no Plural: O Direito à Diferença&lt;br /&gt;Participantes:&lt;br /&gt;	Dra. Juliana Perucchi - Prof. Adjunta da UFJF e pesquisadora do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT  NuH/UFMG)&lt;br /&gt;	Liliane Anderson - Vice-presidente da ABGLT e membro do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT  NuH/UFMG&lt;br /&gt;	Daniel Arruda - Membro do Grupo Universitário de Defesa da Diversidade Sexual GUDDS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16h  17h&lt;br /&gt;Roda de Conversa&lt;br /&gt;Violência Contra a Mulher - Lei Maria da Penha e a violação da liberdade e da igualdade&lt;br /&gt;Participantes:&lt;br /&gt;	Marcelle Cristiane Rodrigues Fonseca - Militante da ALEM &lt;br /&gt;	Rebeca - ALBAM&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;17 horas - Encerramento &lt;br /&gt;No dia 18 de julho daremos continuidade às nossas ações com a V Caminhada de Lésbicas e Simpatizantes de Minas Gerais, a partir das 14 horas na Praça Sete, com o objetivo de dar visibilidade à luta pelo direito de viver a diferença com respeito e dignidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local de realização do Seminário: Secretaria Municipal de Direitos e Cidadania&lt;br /&gt;Rua Espírito Santo, 505, 18º andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos juntas construir uma nova história.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Faça a sua inscrição, Participe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 02 Jul 2009 14:23:43 -0000</pubDate>
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      <title>CONVITE</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=92</link>
      <description>A Associação Lésbica de Minas, em parceria com a Rede Feminista de Saúde, Articulação de Mulheres Brasileiras, Liga Brasileira de Lésbicas e o Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos GLBT da UFMG, realizará em Belo Horizonte, nos dias 19 a 21  de agosto  de 2009, o Seminário Internacional: Direitos Sexuais, Feminismos, Lesbianidades  Olhares Diversos.&lt;br /&gt;O Seminário contará com a participação de cerca de 300 pessoas, representantes de todos os estados brasileiros do movimento feminista, de mulheres lésbicas, acadêmicas e público interessado, além de convidadas da América Latina e Estados Unidos.&lt;br /&gt;A programação está estruturada em uma conferência de abertura, duas grandes mesas e oito painéis que abordarão diversos temas relevantes para a ação do movimento de mulheres lésbicas e feministas, para a produção de saberes e a construção de políticas que dialoguem com a multiplicidade dos desafios contemporâneos.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2009 16:40:00 -0000</pubDate>
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      <title>mportante conquista LGBT faz uma década</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=91</link>
      <description>Fonte: Jornal O Tempo&lt;br /&gt;Jornalista: Renata Medeiros&lt;br /&gt;Avanço. Há 10 anos era criada a resolução que proibia tratar homossexualidade como doença.&lt;br /&gt;O último dia 22 de março foi de festa para a comunidade LGBT. Nesta data celebrou-se o 10° aniversário da resolução que proíbe tratar a homossexualidade como doença no Brasil. Criada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), a medida se transformou em arma contra a discriminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nos anos 80 que a suposta relação entre homossexualidade e patologia começou a perder força. Hoje a psicologia enxerga o interesse por uma pessoa do mesmo sexo somente como um dos tantos fenômenos que envolvem a sexualidade humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é o primeiro país onde um conselho de classe foi responsável por criar uma legislação interna que proíbe classificar a homossexualidade como doença e, segundo o presidente do CFP, Humberto Verona, este é apenas um dos motivos para celebrar a data. &quot;Podemos nos orgulhar porque o Brasil foi pioneiro. Além disso, a iniciativa abriu espaço para debates sobre o tema, contribuindo assim para toda sociedade&quot;, comenta. O profissional que insistir em &quot;curar&quot; o homossexual pode até mesmo ter o registro cassado pelo Conselho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que uma conquista, para a militante Valquíria La Roche a resolução representa uma maneira de lutar contra a discriminação. &quot;Tenho um subsídio que legitima minha sanidade. Quem insiste em dizer que tenho alguma patologia não possui nenhum tipo de fundamento para se basear, a não ser o preconceito&quot;, alega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Verona, o próximo passo do CFP é &quot;abrir os olhos&quot; da sociedade sobre a possibilidade de crianças serem criadas por casais gays. &quot;Já foi comprovado psicologicamente que não há relação entre a orientação sexual dos pais e a saúde mental da criança&quot;, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desinformação&lt;br /&gt;Ideia de patologia ainda é presente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se sentir atraído por homens, o hoje militante Sérgio Viula, 39, relacionou o desejo a pecado e doença. Foi então na igreja e na psicologia que ele procurou ajuda. Até mesmo minha família me julgou como louco, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1997, ele consultou um psicólogo que garantiu curá-lo, mas o suposto tratamento fracassou. Quatro anos depois, foi a vez de procurar um psiquiatra. Ele disse que eu tinha duas alternativas. Ou saia do armário ou passava a vida fingindo que não sou gay. Optei pela primeira, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente de Sérgio, o também militante Fabrício Viana, 31, nunca sentiu que precisava de cura, mas diz ter sofrido ao escutar de outra pessoa que precisava de tratamento. Aos 17 anos me apaixonei por um amigo que, apesar de sentir o mesmo por mim, disse que era melhor eu procurar um psicólogo, conta. Por anos a sociedade ouviu que a homossexualidade era uma anomalia. A resolução do CFP ainda é recente e, infelizmente, essa ideia ainda está no consciente de muitos, completa. (RM)&lt;br /&gt;Publicado em: 04/04/2009</description>
      <pubDate>Sat, 04 Apr 2009 09:36:42 -0000</pubDate>
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      <title>Agressão contra gay revolta alunos da UFMG</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=90</link>
      <description>Fonte: Jornal o Tempo&lt;br /&gt; Jornalista: Renata Medeiros&lt;br /&gt;A indignação tomou conta de alunos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) depois que o estudante de artes visuais F.A.S., 22, foi vítima de agressão física e verbal de cunho homofóbico, praticada por V.M.S., 22, do curso de engenharia. É por meio de abaixo-assinados e manifestações, que acontecem na próxima semana na UFMG, que os discentes cobram uma postura rígida da universidade frente ao caso. Foi na madrugada do último dia 14, sábado, que F. foi agredido, quando chegava à Moradia Universitária II da UFMG, onde reside. Como registrado pela PM, o estudante foi atingido por chutes e socos, enquanto era chamado de &quot;veadinho&quot; e &quot;bichinha&quot; por V. &quot;Me senti inferiorizado&quot; disse F. ao Magazine. O estudante declarou que nunca foi militante, mas, depois da agressão, tem outra visão sobre a luta da comunidade LGBT. &quot;Sabia sobre a homofobia, mas quando você sente na pele é diferente&quot;, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O campus Pampulha será palco para as manifestações que acontecem na segunda, na quarta e na sexta-feira, entre 11h e 13h. Segundo Leonardo Tolentino, membro do Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual (Gudds!), mais que cobrar providências sobre a agressão, a movimentação tem objetivo de politizar a discussão sobre a homossexualidade. &quot;Queremos chamar atenção para o fato de que a homofobia na UFMG vai muito além deste caso.&quot; Coordenador do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania GLBT da UFMG, o professor Bruno Leal lamenta o fato, mas aponta sua repercussão como ponto positivo. &quot;Os estudantes passaram a discutir a questão e muitos, indignados, enviam abaixo-assinados ao núcleo cobrando providências.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consequências. Devido à agressão, V., também residente da Moradia Universitária, foi expulso do alojamento. A assessoria de imprensa da UFMG informou que foi aberta uma Comissão de Processo Disciplinar e, durante 30 dias, irá investigar se a agressão teve caráter homofóbico. Após esse período, será aplicada uma pena ao agressor, que pode até ser expulso da universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flash&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protesto. Integrantes do Gudds! pedem que, durante a mobilização marcada para a semana que vem, todos usem blusa preta e utilizem durante a semana uma venda preta amarrada nos braços&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investigação&lt;br /&gt;Suspeito não vai a depoimento&lt;br /&gt;O estudante V.M.S, 22, acusado de agredir o aluno F.A.S, 22, não compareceu, ontem, à 16ª delegacia, na Pampulha, onde tinha depoimento marcado. O suspeito alegou que tem receio da repercussão que o caso ganhou na mídia e pediu para remarcar o depoimento, afirmou o delegado Hélcio Sá Bernardes. Na próxima semana, as testemunhas da agressão também serão ouvidas, inclusive a namorada do agressor, que teria participado do ataque. Segundo a assessoria da Fump, que coordena a moradia universitária, o agressor recebeu a carta de despejo anteontem e tem 15 dias para sair do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma outra punição ao aluno foi tomada ainda pela reitoria da universidade. Os seguranças que foram acusados de negligenciar socorro durante a agressão foram substituídos, mas podem ficar sem punição da Justiça, porque, segundo o delegado, até agora, não foram encontradas provas que os incriminem. (Eugênio Martins)&lt;br /&gt;Publicado em: 28/03/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 28 Mar 2009 12:40:46 -0000</pubDate>
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      <title>Aumentam as agressões impunes contra mulheres homossexuais na África do Sul</title>
      <link>http://www.alem.org.br/modules/news/article.php?storyid=89</link>
      <description>&lt;br /&gt;El País&lt;br /&gt;Lali Cambra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Cidade do Cabo&lt;br /&gt;A última vítima conhecida se chama Sibongile Mphelo, tinha 19 anos. Foi violada, executada a tiros e teve seus órgãos genitais mutilados. Um crime cometido a 30 metros da delegacia de Strand, perto da Cidade do Cabo. No ano passado foi Eudy Simelane, 31 anos. Seu assassinato em Joanesburgo causou mais revolta porque era uma das Banyana Banyana, &quot;as meninas&quot;, como é conhecida a seleção feminina de futebol. Eudy recebeu facadas e seus órgãos genitais foram mutilados. Como elas, Thokozane Qabe, 23, foi violada e assassinada a tiros em Ladysmith, um povoado perto de Durban, ou Sizakele Sigasa e Salomé Masooa, violadas por um grupo de homens e executadas com tiros na nuca. Zoliswa Nkonyana, 19 anos, foi apedrejada até a morte no gueto de Khayelitsha, na Cidade do Cabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os casos têm aspectos em comum: as vítimas eram lésbicas, e a maioria dos assassinos está em liberdade. Ocorre o paradoxo de que a África do Sul conta com uma Constituição que proíbe a discriminação por orientação sexual. Dois anos atrás foi legalizado o casamento homossexual. Mas esse paraíso é desfrutado no centro das cidades e especialmente por gays brancos. Não ocorre o mesmo quando se é negro e se vive em um gueto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sociedade patriarcal&lt;br /&gt;Grupos de apoio a homossexuais denunciam que a violência contra as lésbicas está aumentando, com um maior número de mulheres que denunciam violações corretivas, cujo objetivo é &quot;curá-las&quot;. &quot;Estamos assistindo a um retorno à sociedade patriarcal&quot;, diz Vanessa Ludwig, diretora da ONG Triangle. &quot;A violência contra a mulher está aumentando em geral e contra as lésbicas em particular, porque elas são um desafio a essa nova masculinidade.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metade das sul-africanas será violada pelo menos uma vez na vida, segundo se admite em um recente relatório da Action Aid. &quot;As violações são tantas que às vezes nem podemos distinguir se são cometidas porque a vítima era lésbica - uma agravante - ou porque era mulher e estava ali&quot;, diz Ludwig, cuja organização atende a dez lésbicas agredidas por mês. O estudo indica que só uma em cada cinco violações denunciadas acaba em condenação, e que dos 38 casos de lésbicas assassinadas desde 1998 só um dos assassinos de Simelane foi punido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Precisamos de uma polícia formada e sensível, de rapidez nos julgamentos e de políticos que se manifestem contra a homofobia&quot;, diz Ludwig. Este último talvez seja mais complicado: o que previsivelmente será o presidente da África do Sul, Jacob Zuma, poderia personalizar o novo patriarca. Polígamo, mulherengo, absolvido de violar uma mulher soropositiva - admitiu que não usou camisinha e disse que se lavou para evitar a transmissão do HIV - e homófobo: em um discurso público afirmou que quando jovem nenhum &quot;ungqingili&quot; (termo zulu pejorativo para homossexual) ficava na sua frente. &quot;Eu o derrubaria.&quot; Zuma pediu desculpas depois pelo anticoncepcional, pela ducha e pelo discurso homofóbico. Mas parece difícil pensar que será um elemento de integração da comunidade gay e lésbica nos guetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 25 Mar 2009 20:02:55 -0000</pubDate>
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